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A QUARTA CÂMARA HERMÉTICA À LUZ DO NUCTEMERON
Autor: Ney Dantas, PhD
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Sobre a luz do Nuctemeron a quarta câmara hermética (VOH) parece um campo de testes, O Espaço dos encantamentos e das ilusões que só pode ser transposto com o auxílio das quatro lanternas definidas como: razão pura, vontade pura, sentimento puro e ação pura.
Partindo dos ensinamentos herméticos gostaria de propor uma nova nomenclatura para as lanternas. Vejamos abaixo:
Razão pura = pensar
Vontade pura = querer
Sentimento puro = sentir
Ação pura= Agir
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Para o hermetismo teríamos então as quatro lanternas como: pensar, querer, sentir e agir
Baseado nesta reflexão e nas idéias de rituais que foram apresentadas na ultima reunião resolvi montar um ritual para acender e fazer o alinhamento de lanternas.
De experiências de vida descobri o valor de meditações estruturadas em formato de filme que me permitem realizar sonhos acordados e usei esta técnica para o ritual das lanternas.
Após um relaxamento profundo cheguei a uma clareira larga e gramada no meio de uma densa floresta. Estávamos nas primeiras horas do dia, havia uma luz prata, tênue e a presença da lua podia ser sentida.
Colocando-me de pé no centro da clareira criei um circulo para o chakra da púbis, um segundo para o chácara do externo, o terceiro para o chakra da pituitária e um quarto para o chakra superior.
Esses círculos possuíam diâmetros diferentes: o primeiro circulava o corpo, devia ter cerca de 0,50cm, o segundo 2 passos o terceiro 4 passos e o quarto seis passos de largura, de forma que,
do centro a borda eram necessários 3 passos em qualquer direção.
Definidos os círculos energéticos dei 3 passos em direção ao leste, fiz o sinal da cruz pitagórica e apareceu a tocha acesa do sentir. Recuei três passos, rotacionei, dei mais três passos para o oeste, fiz o sinal da cruz e apareceu a tocha do pensar. Repeti para o norte aparecendo o querer e
para o sul aparecendo o agir. No momento que retornei ao centro as quatro lanternas emitiram um raio em direção ao centro transformando meu corpo em uma grande tocha. O corpo material então desapareceu deixando em seu lugar um grande anel de ouro com 0.50 cm de diâmetro e uns 4 cm de largura.
Tudo ficou escuro as quatro tochas viraram pontos de luz pontuais, subiram ao céu e desapareceram.
Fim do ritual.
Conclusões:
1. O ritual da lanterna é um ritual de fogo, de purificação e, principalmente, de transformação alquímica.
2. O ritual deve ser feito em diversas dimensões diferentes, para produzir o alinhamento de cada corpo etérico.
3. Vou repetir com velas reais para ver o que acontece.
4. definitivamente a quarta câmera é feita para que se entenda que as lanternas existem, que o alinhamento delas é uma chave, e que
5. O que essa chave abre eu não sei, só vi a porta e a fechadura. O que tem dentro pode imaginar e espero me será revelado no ultimo alinhamento no plano mais denso da materialidade.
6. Cada alinhamento é como uma combinação de cofre abre um pedaço da porta, mas a compreensão total só com a combinação completa.
7. a abertura nos lavará a compreensão de um mistério. Qual é este mistério eu não sei ainda, pois não fiz todos os rituais.
Ney Dantas, PhD
Estou escrevendo para relatar esta segunda experiência por que passei em minha busca do alinhamento com as lanternas. Na mensagem anterior (exatos 7 dias atrás) relatei que desconfiava que "cada alinhamento é como uma combinação de cofre abre um pedaço da porta, mas a compreensão total só com a combinação completa", pois estou cada vez mais convicto disto. Vamos ao segundo experimento e as conclusões:
Após o primeiro experimento onde acendi a lanterna/tocha do sentir voltado para o leste, tentei repeti-lo agora mentalizando que acenderia a lanterna do pensar nesta mesma posição (leste) o que rotacionaria as outras. Caí em sono profundo antes mesmo de acendê-la. Tentei repetir a experiência varias vezes durante os dias que se seguiram e o resultado era o mesmo- sono profundo. E tome sono a semana inteira, mal conseguia trabalhar, ontem, após dormir o dia quase todo e decorridos sete dias do ritual anterior, consegui acender a lanterna do pensar.
Fui me deitar cedo e minha filha Ludmilla de quatro anos deitou-se comigo na cama. Após alguns minutos ela dormiu e eu fechei os olhos. Instantaneamente visualizei um grande deserto e, para minha surpresa a filhota estava lá ao meu lado vestindo uma saia dourada e uma coroa de ouro egípcia que possuía raios de ouro e, ao centro, uma escultura de uma serpente (naja) de olhos azuis como água marinha e a iris bem negra. Eu vestia também um saiote e levava na cabeça uma coroa com raios da ouro e, ao centro um grande olho também em água marinha com a iris negra.
Refiz os quatro círculos e caminhei 3 passos em direção ao leste, Ludmilla ficou no centro. Chegando ao último circulo desenhei no ar a cruz pitagórica e assim que fechei o circulo a lanterna do pensar acendeu como uma bola brilhante de luz vermelha. Repeti o procedimento ao oeste (sentir), acendeu a luz verde. Repeti ao sul (querer) acendeu azul e ao norte (agir) acendeu amarela. As quatro lanternas subiram ao céu e ficou tudo escuro. Uma voz me disse para realizar o próximo ritual em uma semana. Não acordei porque não estava dormindo. Refleti, me levantei para tomar notas e fui dormir.
Conclusões até agora:
1. Para mim cada ritual tem me dito algo sobre cada lanterna e por isso vou realizar 4 rituais. Imagino que o do agir será de olhos abertos.
2. Cada ritual me deixa um presente/lanterna. O primeiro foi o anel de ouro que me vi usando na cintura e o segundo foi a coroa com o olho hermético. Nem posso imaginar o que vou receber nos outros dois.
3. Parece-me que cada pessoa que fizer vai ganhar "presentes diferentes" em função de seu caminho.
4. Fica difícil dizer o que significa cada presente/lanterna porque ainda não recebi todas.
5. As cores das Lanternas do pensar me deram um insight interessante:
Pensar = vermelho
Sentir = verde
Querer = azul
Agir = amarelo
Sempre achei que o Sentir vinha primeiro, mas pela cor (verde) o Sentir seria um produto da relação entre o Querer e o Agir (azul+amarelo)
Vou meditar sobre isso, na próxima sexta(reunião) espero vir com o 3º ritual.
Autor: Ney Dantas
Arquitetura & Urbanismo - MDU/UFPE
email: ney.dantas@gmail.com
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